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Cód. Produto: 978-65-5831-122-5-PDF

Modernos em curso: escritos e imagens no tempo [e-book PDF]

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(Versão impressa disponível aqui)

 

A digitalização de impressos e manuscritos e a disponibilização de cópías digitais na internet são hoje ferramentas muito valiosas, pois facilitam a leitura e a análise desses documentos. Mas como os historiadores que pesquisam registros escritos e visuais de séculos atrás lidam com essa aparente facilidade?

 

Os textos aqui reunidos podem responder a essa pergunta, porém, mais que respostas, este livro ilumina os modos de se fazer história hoje com uma lente de aumento na cultura escrita e visual produzida na Época Moderna.

 

Pautando-se numa conversa entre a tradição e o novo, temos aqui um rico encontro de ideias e reflexões em torno da história, do historiador, de sua função social e das fontes. A relação entre historiadores, textos e imagens é um tema essencial, sendo explorado neste livro sobretudo por dois eixos: a materialidade dos documentos e o importante diálogo com a crítica literária.

 

Unindo seu conhecimento em pesquisa à prática de sala de aula nos cursos de graduação e pós-graduação, Rodrigo Bentes Monteiro convidou autores para compartilhar experiências e pensar questões como anacronismo, presentismo, autoria, cópía, gêneros de escrita e de representação, os textos enquanto artefatos e outros temas atuais.

 

Os autores dos textos nesta obra não estão entre aqueles que ditam normas de conduta aos pesquisadores sem realizar seus próprios trabalhos de análise. Ao contrário: o foco deste livro é a compreensão de escritos e imagens produzidos entre os séculos XV e XIX, além de avançar no debate sobre esse material. Os autores se revisitam em seus fazeres e lugares, sem deixar de problematizá-los.

 

Trata-se de desenvolver uma tendência da historiografia contemporânea de restabelecer a crítica das fontes a partir de um olhar apurado sobre uma obra escrita e/ou visual sem esquecer seus suportes em papel e tinta, seus lugares de depósito e as trajetórias sociais.

 

O que os originais podem nos informar? Os historiadores se recusam a estabelecer uma identidade absoluta entre um original manuscrito ou impresso e sua cópia digital, ao mesmo tempo que historicizam a própria noção de cópia.

 

O entusiasmo com o acesso a documentos rematerializados em uma tela de computador, apesar de legítimo, deve nos levar a intensificar o trabalho de reflexão teórica e metodológica já presente de maneira rigorosa na historiografia brasileira das últimas décadas, estimulando o debate sobre a interpretação de textos, a história e o redimensionamento de arquivos e bibliotecas, com o auxílio de profissionais da memória e do patrimônio.

Código:
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  • Informações do produto Seta - Abrir

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    A digitalização de impressos e manuscritos e a disponibilização de cópías digitais na internet são hoje ferramentas muito valiosas, pois facilitam a leitura e a análise desses documentos. Mas como os historiadores que pesquisam registros escritos e visuais de séculos atrás lidam com essa aparente facilidade?

     

    Os textos aqui reunidos podem responder a essa pergunta, porém, mais que respostas, este livro ilumina os modos de se fazer história hoje com uma lente de aumento na cultura escrita e visual produzida na Época Moderna.

     

    Pautando-se numa conversa entre a tradição e o novo, temos aqui um rico encontro de ideias e reflexões em torno da história, do historiador, de sua função social e das fontes. A relação entre historiadores, textos e imagens é um tema essencial, sendo explorado neste livro sobretudo por dois eixos: a materialidade dos documentos e o importante diálogo com a crítica literária.

     

    Unindo seu conhecimento em pesquisa à prática de sala de aula nos cursos de graduação e pós-graduação, Rodrigo Bentes Monteiro convidou autores para compartilhar experiências e pensar questões como anacronismo, presentismo, autoria, cópía, gêneros de escrita e de representação, os textos enquanto artefatos e outros temas atuais.

     

    Os autores dos textos nesta obra não estão entre aqueles que ditam normas de conduta aos pesquisadores sem realizar seus próprios trabalhos de análise. Ao contrário: o foco deste livro é a compreensão de escritos e imagens produzidos entre os séculos XV e XIX, além de avançar no debate sobre esse material. Os autores se revisitam em seus fazeres e lugares, sem deixar de problematizá-los.

     

    Trata-se de desenvolver uma tendência da historiografia contemporânea de restabelecer a crítica das fontes a partir de um olhar apurado sobre uma obra escrita e/ou visual sem esquecer seus suportes em papel e tinta, seus lugares de depósito e as trajetórias sociais.

     

    O que os originais podem nos informar? Os historiadores se recusam a estabelecer uma identidade absoluta entre um original manuscrito ou impresso e sua cópia digital, ao mesmo tempo que historicizam a própria noção de cópia.

     

    O entusiasmo com o acesso a documentos rematerializados em uma tela de computador, apesar de legítimo, deve nos levar a intensificar o trabalho de reflexão teórica e metodológica já presente de maneira rigorosa na historiografia brasileira das últimas décadas, estimulando o debate sobre a interpretação de textos, a história e o redimensionamento de arquivos e bibliotecas, com o auxílio de profissionais da memória e do patrimônio.

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