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Cód. Produto: 978-65-5831-043-3-PDF

Stasis e estabilidade na Grécia Antiga [e-book PDF]

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O livro perscruta como, apesar de sua dispersão geográfica, as comunidades gregas criaram uma noção de identidade compartilhada, perceptível especialmente a partir da segunda metade do século VI a.C.

 

Vídeo: Mariana Figueiredo Virgolino fala sobre "Stasis e estabilidade na Grécia Antiga"

 

Mariana Figueiredo Virgolino fala sobre "Stasis e estabilidade na Grécia Antiga"


Nesse sentido, a autora Mariana Virgolino pensa as sociedades helênicas como compartilhantes não apenas de língua, cultos e noções de parentesco, mas também de experiências políticas e econômicas que foram fundamentais para a construção de ideias de pertencimento, criando assim uma comunidade imaginada helênica. Para a cristalização de identidades panhelênicas, insulares e locais a partir de 550 a.C., as redes formadas por legisladores, tiranos e santuários religiosos atuavam de forma dialética em um ambiente de competição aristocrática e busca por estabilidade interna. 


A fim de obterem eunomia - boa ordem - os gregos empenharam-se em estabelecer regras de conduta que apaziguassem as staseis (crises) de concentração fundiária, de forma que tiveram que questionar-se sobre participação política, regimes de governo, enfim, como bem viver em comunidade. 


A pólis arcaica se apresentava como um espaço liminar, aberto à experimentações e desenvolvimento de novos meios de integração entre seus componentes. A religião desempenhou um papel fundamental, pois motivava transformações ao mesmo tempo que construía uma ideia de tradição e continuidade histórica que permitia a elaboração de uma ideia de constância, o que era muito caro aos helenos dos séculos VIII ao IV a.C. 


Segundo a autora, a expansão do culto a Deméter e Koré, especialmente a partir do século VI a.C., constrói uma noção de estabilidade por meio do apelo ao trabalho na terra e na continuação social perpetrada pelos ciclo de nascimento e morte, bem como pelo estímulo da reprodução familiar legítima.

Código:
978-65-5831-043-3-PDF
  • Informações do produto Seta - Abrir

    O livro perscruta como, apesar de sua dispersão geográfica, as comunidades gregas criaram uma noção de identidade compartilhada, perceptível especialmente a partir da segunda metade do século VI a.C.

     

    Vídeo: Mariana Figueiredo Virgolino fala sobre "Stasis e estabilidade na Grécia Antiga"

     

    Mariana Figueiredo Virgolino fala sobre "Stasis e estabilidade na Grécia Antiga"


    Nesse sentido, a autora Mariana Virgolino pensa as sociedades helênicas como compartilhantes não apenas de língua, cultos e noções de parentesco, mas também de experiências políticas e econômicas que foram fundamentais para a construção de ideias de pertencimento, criando assim uma comunidade imaginada helênica. Para a cristalização de identidades panhelênicas, insulares e locais a partir de 550 a.C., as redes formadas por legisladores, tiranos e santuários religiosos atuavam de forma dialética em um ambiente de competição aristocrática e busca por estabilidade interna. 


    A fim de obterem eunomia - boa ordem - os gregos empenharam-se em estabelecer regras de conduta que apaziguassem as staseis (crises) de concentração fundiária, de forma que tiveram que questionar-se sobre participação política, regimes de governo, enfim, como bem viver em comunidade. 


    A pólis arcaica se apresentava como um espaço liminar, aberto à experimentações e desenvolvimento de novos meios de integração entre seus componentes. A religião desempenhou um papel fundamental, pois motivava transformações ao mesmo tempo que construía uma ideia de tradição e continuidade histórica que permitia a elaboração de uma ideia de constância, o que era muito caro aos helenos dos séculos VIII ao IV a.C. 


    Segundo a autora, a expansão do culto a Deméter e Koré, especialmente a partir do século VI a.C., constrói uma noção de estabilidade por meio do apelo ao trabalho na terra e na continuação social perpetrada pelos ciclo de nascimento e morte, bem como pelo estímulo da reprodução familiar legítima.

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    978-65-5831-043-3-PDF