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Cód. Produto: 978-85-228-1207-3

Vida e arte: criação na borda, no balanço paradoxal [e-book - ePub]

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O que move o autor neste livro é a junção dos termos arte e vida, com o desafio: viver a vida como obra de arte. Nessa radical proposição de Deleuze e Foucault - em primeira instância - emerge o campo problemático. Aproximar tais conceitos, suas ligações potentes, suas interferências mútuas. A inusitada junção a aproximar (atrair) noções de arte e vida que parecem apontar para as dimensões vívidas, potentes, processuais e criativas dos dois termos em simultâneo.

 

Por um vivenciar da literatura, esta foi escolhida para auxiliar a entrada nos conceitos arte e vida. Sem querer qualificar toda e qualquer literatura como obra de arte pungente e desestabilizadora, mas com necessidade de reafirmar que o tema de pesquisa se fez em grande parte pela interferência literária, pela insistência criativa e disruptiva dos textos que suscitam outras vicissitudes. Literatura que não pede passagem, que interfere e arrasta, que não se apresenta como objeto de pesquisa e que se impõe a todo momento como exercício do pensamento.

 

Assim o problema de pesquisa é lançado: pensar em como a literatura pode funcionar - ou mesmo como esta possui facetas potentes para tal - como arma radical na aproximação de vida e arte? Problema que se desdobra em quatro grandes partes:

 

- "Biopolítica a todo vapor: como encontrar a possibilidade de resistir" - Pensar o contemporâneo, seus funcionamentos e efeitos no processo de produção de subjetividade;

 

- "A vida e a obra de arte - o paradoxo de criar instabilidades perenes (terceiras margens de rios)" - A procura do uso dos termos arte e vida propriamente ditos, por serem termos muito usados em pesquisas e de formas muito diversas, com apoio do conceito de acontecimento, focando nos trabalhos de Deleuze e Guattari;

 

- "Da tetravalentia estética" - Aproximação da literatura a partir de Clarice Lispector, Chuck Palahniuk, Raduan Nassar e Stela do Patrocínio, montada sobre os conceitos de Deleuze e Guattari, buscando extrair das obras literárias pontos de radical interferência e afirmação de outros possíveis que façam frente aos processos contemporâneos de produção de subjetividade. Aqui se forja o inicialmente chamado posicionamento estético, com aproximações de Deleuze e Guattari sobre o agenciamento e a noção de máquina de guerra como chaves para a proposta;

 

- "Raspas e restos que interessam" - Parte final, que procura repensar esta máquina de guerra, como se faz seu movimento, seus traçados inusitados. Também uma atenção para que seu movimento de questionamento e combatividade criativa permaneça acontecendo. Parte de resgate de discussões e desdobramentos possíveis da pesquisa e das questões levantadas.

Código:
978-85-228-1207-3
  • Informações do produto Seta - Abrir

    O que move o autor neste livro é a junção dos termos arte e vida, com o desafio: viver a vida como obra de arte. Nessa radical proposição de Deleuze e Foucault - em primeira instância - emerge o campo problemático. Aproximar tais conceitos, suas ligações potentes, suas interferências mútuas. A inusitada junção a aproximar (atrair) noções de arte e vida que parecem apontar para as dimensões vívidas, potentes, processuais e criativas dos dois termos em simultâneo.

     

    Por um vivenciar da literatura, esta foi escolhida para auxiliar a entrada nos conceitos arte e vida. Sem querer qualificar toda e qualquer literatura como obra de arte pungente e desestabilizadora, mas com necessidade de reafirmar que o tema de pesquisa se fez em grande parte pela interferência literária, pela insistência criativa e disruptiva dos textos que suscitam outras vicissitudes. Literatura que não pede passagem, que interfere e arrasta, que não se apresenta como objeto de pesquisa e que se impõe a todo momento como exercício do pensamento.

     

    Assim o problema de pesquisa é lançado: pensar em como a literatura pode funcionar - ou mesmo como esta possui facetas potentes para tal - como arma radical na aproximação de vida e arte? Problema que se desdobra em quatro grandes partes:

     

    - "Biopolítica a todo vapor: como encontrar a possibilidade de resistir" - Pensar o contemporâneo, seus funcionamentos e efeitos no processo de produção de subjetividade;

     

    - "A vida e a obra de arte - o paradoxo de criar instabilidades perenes (terceiras margens de rios)" - A procura do uso dos termos arte e vida propriamente ditos, por serem termos muito usados em pesquisas e de formas muito diversas, com apoio do conceito de acontecimento, focando nos trabalhos de Deleuze e Guattari;

     

    - "Da tetravalentia estética" - Aproximação da literatura a partir de Clarice Lispector, Chuck Palahniuk, Raduan Nassar e Stela do Patrocínio, montada sobre os conceitos de Deleuze e Guattari, buscando extrair das obras literárias pontos de radical interferência e afirmação de outros possíveis que façam frente aos processos contemporâneos de produção de subjetividade. Aqui se forja o inicialmente chamado posicionamento estético, com aproximações de Deleuze e Guattari sobre o agenciamento e a noção de máquina de guerra como chaves para a proposta;

     

    - "Raspas e restos que interessam" - Parte final, que procura repensar esta máquina de guerra, como se faz seu movimento, seus traçados inusitados. Também uma atenção para que seu movimento de questionamento e combatividade criativa permaneça acontecendo. Parte de resgate de discussões e desdobramentos possíveis da pesquisa e das questões levantadas.

  • Especificações Seta - Abrir
    Código:
    978-85-228-1207-3